A imaturidade nas relações

ATT: não é conselho, trata-se de meditação, incômodo, no máximo, apelo à consciência.
Acho que chega uma hora na vida que todos queremos sossego, viver na santa paz. Mais do que entender é preciso aceitar que realmente existe a hora certa e lugar para tudo, dentro do bom senso, of course. No máximo dos máximos vale a poesia ou fantasia do "siga o coração", tipo escute e dance o Danúbio Azul, mesmo que o mundo inteiro cante 'Ai se eu te pego', desde que haja coerência. Caso contrário a falsidade do caráter pode vir à tona, porque a mentira e a máscara não resistem ao tempo.

Os buracos negros da mente humana

Altruísmo, respeito, compaixão, empatia... SIM!
Buscar isso é ótimo para nós e o mundo. Mas... Cuidado!...
Tendemos a tomar partido, ou as dores dos outros, com base na afetividade, parentesco, amizade... Entretanto, alto lá! Muita atenção às injustiças!

É preciso lembrar, ou melhor, ter a percepção de que, independentemente dos laços que ligam dois indivíduos, cada pessoa enxerga o mundo, os fatos, com base nos seus valores, nas suas crenças, nas suas experiências pessoais e no conseqüente aprendizado/crescimento.

“We will always have Paris”


Por esses dias, uma turma de adolescentes de diversas nacionalidades, mas todos estudantes de um mesmo colégio no interior de São Paulo, chegaram a Paris. Vindos de uma breve estadia em Londres na companhia de alguns professores, testemunharam, e alguns protagonizaram, episódios que deixariam os pais, no distante Brasil, com os cabelos em pé.

Imaginem 40 adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, descendo na Gare do Nord no centro de Paris. Certamente com a cabeça a leste de todas as advertências dos pais, excitadíssimos com a liberdade oferecida de bandeja, além mar. Tudo é novo e excitante, traduzido em gritinhos, burburinhos e parlapiês sem fim, sobrepondo-se aos chamados tensos dos professores que aquela altura, estavam já com a voz rouca e as olheiras chegando à testa.

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